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Ribeirão Pires: Clima de guerra dará tom das eleições ‎

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012


Daqui a seis meses, políticos começarão a brigar nas ruas pelos votos dos quase 2 milhões de eleitores do Grande ABC. Munícipes de Santo André, São Caetano, guia Mauá e Ribeirão Pires vivenciarão campanhas acirradas, com possibilidade real de mudanças profundas.

Em Santo André, Aidan Ravin (PTB) brigará pela reeleição, mas a situação está bastante indefinida. Eleito sem apoios de outros partidos, terá de abrir espaço a siglas para se manter no poder. Tanto que sua vice, Dinah Zekcer (PTB), dificilmente continuará no posto. Entre as legendas favoritas para divisão da chapa estão PMDB, do secretário de Gabinete, Nilson Bonome, e PSDB. Os tucanos podem indicar a gestora da Educação, Cleide Bochixio, ou o vereador Marcos da Farmácia, mas precisam resolver o imbróglio interno com o vereador Paulinho Serra, que pretende encabeçar projeto próprio.

Do outro lado do pleito está o PT. O partido governou a cidade por 12 anos consecutivos e está unido em torno do deputado estadual Carlos Grana. O parlamentar tem de lutar contra a pouca penetração eleitoral em Santo André e o desgaste do PT. O advogado Raimundo Salles (PDT) corre por fora na disputa.

Em São Caetano, o vereador Paulo Pinheiro surpreendeu ao deixar o PTB, do prefeito José Auricchio Júnior, e ir para o PMDB para se candidatar em via desgarrada da administração. Apesar de não declarar, Auricchio tende a lançar a assessora especial de Ação Social, Regina Maura Zetone (PTB), como candidata à sucessão. Caso confirme, precisará solucionar equação: onde encaixar o secretário de Esportes, Gilberto Costa (PTB), que abandonou o PP e a oposição para encabeçar o projeto de sucessão. Na raia oposicionista, Edgar Nóbrega foi definido pelo PT como postulante ao Palácio da Cerâmica.

Em seu terceiro mandato em Mauá, Oswaldo Dias (PT) se deparou com cenário caótico nas finanças e não conseguiu implementar todo projeto que prometera durante a campanha. O resultado é onda de seis candidatos oposicionistas que tentam abocanhar votos dos descontentes. Entre eles, a pré-candidatura mais sólida é da deputada estadual Vanessa Damo (PMDB).

A cidade de Ribeirão Pires promete ter pleito turbulento. Clóvis Volpi (PV) encerra seu segundo mandato com bons índices de aprovação, mas incerto de transferir sua popularidade ao vice-prefeito Edinaldo de Menezes, o Dedé (PPS), escolhido à sucessão. A ex-prefeita Maria Inês Soares retorna à disputa com o PT mais unido e o vereador Saulo Benevides (PMDB) tenta se consolidar como terceira via na cidade.

São Bernardo, cidade de Diadema e Cidade de Rio Grande da Serra mais amenas

Na contramão da turbulência eleitoral iminente em Santo André, São Caetano, Mauá e Ribeirão Pires, São Bernardo, Diadema e Rio Grande da Serra têm favoritos às eleições, até pela desarticulação entre oposicionistas.

Eleito em 2008 com a bênção do ex-presidente Lula, Luiz Marinho (PT) contou com avalanche de recursos federais para implementar ações prometidas durante a campanha. O principal ponto a ser solucionado é definir seu vice. Atual detentor do cargo, Frank Aguiar (PTB) anunciou que não se manterá na dobrada, abrindo espaço para especulações. O governo procura nomes com capilaridade para adicionar à campanha de Marinho. Apesar disso, o cenário é favorável, principalmente porque a oposição tenta se ajustar para a corrida eleitoral.

O deputado estadual Alex Manente (PPS) abandonou o bloco governista de Marinho para se tornar o principal adversário do petista em São Bernardo. O popular-socialista conta com apoio do deputado federal William Dib (PSDB), que em diversas entrevistas defendeu a união da oposição para desbancar o favoritismo do PT. O problema é que o também deputado estadual Orlando Morando (PSDB) articula internamente para que o tucanato local tenha candidato próprio.

Em Diadema, Mário Reali (PT) herdou a administração de José de Filippi Júnior (PT) com bombas prestes a estourar. Saned e ETCD, duas das principais autarquias da cidade, estavam à beira da falência e, além disso, sequestros de precatórios causaram caos financeiro no município. Apesar do desgaste administrativo e político – principalmente do PT, no governo desde 2001 – Reali é favorito na disputa.

Principal opositor em Diadema, o ex-deputado estadual José Augusto da Silva Ramos (PSDB) não renovou seu mandato na Assembleia e vê o PSDB fazer pouca oposição na Câmara. O vereador Lauro Michels saiu da sigla e migrou para o PV para encabeçar projeto próprio e tenta se consolidar como terceira via.

No fim de seu segundo mandato, Adler Kiko Teixeira (PSDB) dificilmente encontrará resistência para emplacar o secretário de Obras, Gabriel Maranhão (PSDB), como seu sucessor. O vereador Claudinho da Geladeira foi escolhido pelo PT local para quebrar o favoritismo e devolver o governo da cidade à legenda.

Auricchio e Kiko almejam outros voos em 2014

Os prefeitos de São Caetano, José Auricchio Júnior (PTB), e de Rio Grande da Serra, Adler Kiko Teixeira (PSDB), encerram seus mandatos neste ano com altos índices de aprovação e com capacidade eleitoral para encabeçarem outros projetos. Ambos são cotados por seus partidos para tentarem cadeira na Assembleia Legislativa ou na Câmara dos Deputados daqui a dois anos.

Auricchio falou sobre o tema recentemente. Disse querer ser deputado estadual, para experimentar a política legislativa – antes de assumir o Palácio da Cerâmica, ele era secretário de Saúde na gestão de Luiz Olinto Tortorello (morto em 2004). Apesar disso, o PTB cogita outros planos para o prefeito. Há possibilidade de Auricchio tentar vaga como deputado federal ou até ao Senado, dependendo da conjuntura que se desenhar em 2014.

Kiko também tem planos ousados, mas atrelados ao projeto do deputado estadual Orlando Morando (PSDB). O prefeito de Rio Grande da Serra poderá se candidatar à Assembleia, caso Morando decida pleitear espaço no Congresso daqui a dois anos. Se o atual líder do PSDB no Legislativo paulista optar por renovar seu mandato, Kiko tentaria se tornar deputado federal, concentrando campanha em Rio Grande, Ribeirão Pires e Mauá.

Fonte: Diário do Grande ABC

Esta notícia foi publicada em segunda-feira, 2 de janeiro de 2012 a 0:44 na categoria Notícias Ribeirão Pires.

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